Nunca diga: Nunca!


Nunca diga que nunca vai…

Nunca vou fazer isso, nunca vou fazer aquilo, nunca poderia agir assim, nunca posso falar assim, agir assim, nunca volto para aquele lugar, nunca vou passar por aquela situação, nunca vou precisar daquele indivíduo… e por aí vai.

A convicção arrogante do “nunca”!
O “nunca” é muito relativo e também é real: o seu “nunca” é a vida de alguém, é o desafio de um ser humano — um humano que, para sair de alguma adversidade, precisa passar pelo seu “nunca”.

O “nunca” do rico é: “nunca serei pobre”. Aí a bolsa de valores cai, a empresa decreta falência, o Governo toma todos os seus bens, e ele pode vir a perder tudo…

“Nunca vou àquele lugar, jamais!” Mas acontece uma situação e é exatamente naquele lugar que você encontra um apoio, uma resposta, um socorro que nunca imaginava.

O “nunca” do pobre são suas limitações: “nunca chegarei a tal lugar”, “nunca terei aquela casa”, “nunca comprarei aquele carro”. Mas ele joga na loteria e ganha, ele estuda, trabalha e portas inimagináveis se abrem. E olha lá: onde ele nunca imaginava passar, conseguiu chegar!

O “nunca” do cético é: “nunca agirei pela fé, nunca pedirei nada a Deus, pois tudo fui eu quem conquistei e consegui”. Até que a doença chega e o primeiro pedido é: “Deus, me cure; Deus, me ajude.”

O “nunca” é relativo, o “nunca” não é definitivo. O “nunca” para você é a situação de vida e a difícil escolha de um outro alguém. Então, por favor, nunca diga nunca!

É claro que não estou dizendo que um dia você vai matar, roubar, fazer coisas abomináveis, atrocidades, coisas do mal ou ações fora do caráter e da dignidade. Mas vale lembrar que somos seres humanos e vivemos de momentos.

Que possamos ser atentos às nossas palavras, cuidadosos com nossas ações e jamais dizer “nunca” para o que faremos ou não.

Fica a dica e até a próxima.

Simone Paula Prz.

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